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Ficha 32: Decreto Optatam Totius (OT)

| 21/11/2012 | 8 Comentários

Ficha 32 – Decreto Optatam Totius (OT)

Sobre a Formação Presbiteral

 

 

O Decreto Conciliar Optatam Totius (OT) foi aprovado, pelo Papa Paulo VI, em 28 de outubro de 1965. Ele afirma que a renovação da Igreja depende, em grande parte, do ministério presbiteral e aborda o necessário cuidado na formação e preparação dos seminaristas para que, no futuro próximo, como presbíteros, dialoguem com o mundo moderno e sejam sinal do Cristo servidor na Igreja.

O Documento é abordado em sete tópicos. O primeiro determina que, em cada nação ou rito, seja elaborado um “Plano de Formação Presbiteral”, promulgado pela Conferência Episcopal que, após revisto e aprovado pela Santa Sé, norteará a formação dos futuros presbíteros.

O segundo tópico sugere a promoção das vocações presbiterais pela comunidade cristã e, especialmente, pelo testemunho e empenho dos padres e do Bispo diocesano. E lembra que a “Obra das vocações” é da Igreja Universal e não apenas em função das dioceses ou das congregações religiosas.

O terceiro tópico destaca que os Seminários devem ser considerados como o coração da Diocese, pois são espaços fundamentais para a formação dos futuros pastores que exercerão o Ministério da Palavra, do culto e da santificação do povo nas comunidades e paróquias. E, onde não houver condições para se fundar Seminários próprios, fomentem-se Seminários comuns a várias Dioceses, ou para toda uma região ou nação. Por isso, é muito importante a existência dos Institutos e/ou Cursos que preparem Formadores exemplares.

O quarto tópico aborda o cuidado com a formação espiritual, centrada na experiência do Cristo e na prática sacramental, orientando que os seminaristas sejam pessoas de oração e comunhão eclesial; busquem servir os pobres, as crianças, os doentes e os pecadores; e amem e venerem a Virgem Maria. Que o desenvolvimento espiritual dos formandos vá além dos exercícios de piedade e seja, especialmente, centrado no Evangelho; e que eles compreendam que o presbiterato não se destina ao poder e nem às honras, mas à dedicação exclusiva a Deus e ao ministério pastoral. Sejam educados na obediência, na pobreza de vida e abnegação de si mesmos, conformando-se ao Cristo crucificado. Por fim, o Decreto lembra que durante o período de formação, os seminaristas devam ser provados nas responsabilidades que hão de tomar, e sejam preparados para o celibato e para a vida de castidade, e que possuam maturidade humano-afetiva. Na casa de formação deve-se verificar a capacidade dos candidatos para a vida em comunidade e de caridade; a disposição para acatar a autoridade dos Superiores, e o trabalho em equipe, principalmente com os leigos, além da imprescindível formação pastoral através de estágios, conjugando teoria e prática.

O quinto tópico apresenta a necessária revisão dos estudos eclesiásticos, a fim de que o futuro padre seja preparado para compreender o homem de hoje e o mundo; e aprenda a dialogar com a sociedade com espírito crítico, para ajudar o povo/comunidade que lhe será confiado, a discernir entre os valores que o mundo impõe e os que o Evangelho propõe, desenvolvendo, assim, um verdadeiro sentido de paternidade espiritual. Orienta que a formação humanística e científica dos seminaristas seja semelhante àquela oferecida aos outros jovens, e que eles se dediquem aos estudos linguísticos, inclusive da língua latina, para melhor compreenderem e utilizarem as fontes das ciências, além dos documentos da Igreja; que todo o período de estudos filosófico e teológico prepare-os para a compreensão do mistério de Cristo através de uma sólida interação entre ciência e fé, com métodos próprios e atualizados que despertem e desenvolvam a consciência crítica, pois serão formadores de opinião; que a Teologia oriente-os para a compreensão da doutrina católica, e que possa ajudá-los a entender os desafios que o mundo moderno coloca à fé e à Igreja. E exorta, ainda, que conheçam mais perfeitamente as Igrejas e as comunidades eclesiais separadas da Sé Apostólica, para que possam promover a unidade dos cristãos e a acolhida aos não cristãos. Por fim, este tópico destaca que caberá ao processo formativo, o cuidado não apenas de apreensão do conteúdo, mas o compartilhamento e a produção de conhecimento em pequenos grupos, a fim de que possa identificar os mais aptos para prosseguirem os estudos acadêmicos, através de uma especialização; e lembra também que o tempo de preparação está em função da formação espiritual e pastoral, pois ninguém deve frequentar o seminário apenas para estudar.

O penúltimo tópico ressalta que a formação deve ter seu eixo estruturante na solicitude pastoral, a fim de que os futuros presbíteros sejam preparados para serem pastores do povo de Deus e tenham o zelo pelas ‘coisas’ da Igreja.

E o sétimo e último tópico afirma que, depois de ordenados, alguns presbíteros sejam preparados para continuarem os estudos, e tornem-se formadores de leigos e de futuros padres nos Seminários.

Na sua conclusão, o Decreto orienta que a formação dos futuros presbíteros deve estar sempre segundo o espírito de renovação proposto pelos Bispos, e exorta os seminaristas a se empenharem no período de formação a fim de corresponderem às necessidades da Igreja.

O Concílio abriu muitas trilhas, buscando orientar a condução do processo formativo dos futuros presbíteros.  Muitos subsídios são oferecidos à Igreja dentre os quais destacam-se a Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis (Diretrizes Básicas para a Formação Sacerdotal, 1970, e republicada em 1985 depois da promulgação novo do CDC), e a Exortação Apostólica Pastores Dabo Vobis (1992), resultado do Sínodo sobre a Formação Presbiteral, de 1990. Esta última Exortação, vem de encontro com o sexto tópico do OT, afirmando que os seminaristas sejam preparados para serem promotores de todos os ministérios, especialmente aqueles exercidos pelos leigos e leigas, e que estejam abertos à pluralidade das formas de se viver a fé (grupos distintos); saibam promover a ação apostólica dos leigos; e que durante o período de formação, tenham uma experiência pastoral que os ajude a vivenciar a essência do cuidado que precisa ter com todos, mas principalmente com a sua comunidade;  e não sejam apenas  executores de tarefas.

Na América Latina, todas as Conferências Episcopais destacaram a necessidade dos Bispos de se empenharem na formação presbiteral para um adequado serviço à Igreja, e em 1994 realizou-se o 1º Congresso Continental Latino-Americano de Vocações.

No Brasil, a CNBB, em 1970, adaptou as normas emanadas pela Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis e, em 1978, criou a Organização dos Seminários e Institutos Filosófico-Teológicos do Brasil (OSIB) com o objetivo de cuidar do processo formativo dos seminaristas e dos seus formadores, permitindo entrever as orientações deixadas pelo Concílio Vaticano II, tão bem expressas por Dom Hélder Câmara, em uma conferência proferida em Roma, em novembro de 1965: “Desejamos a Teologia que para sempre faz da Bíblia o seu pão de vida; que bebe da água profunda e pura da Patrística; lucidamente fiel às orientações do Magistério vivo; em relação estreita com a Liturgia, em relação inteligente com as Ciências, em clima ecumênico; pondo firmemente os olhos na terra dos homens e tendo os olhos abertos para as viagens espaciais”.  Em 1984, de acordo com as indicações da Conferência de Puebla e do novo Código de Direito Canônico, aprovou as Diretrizes da Formação dos Presbíteros na Igreja do Brasil (Doc 30 – CNBB) destacando a formação da pessoa e não apenas a transformação do individuo em presbítero, que a pastoral é o eixo estruturante da formação e as quatros dimensões da formação:  acadêmica, pastoral, espiritual e comunitária. E em 1995, em consonância com a Exortação Apostólica Pastores Dabo Vobis e a 4ª Conferência do Celam, de Santo Domingos, foi promulgado as Diretrizes Básicas da Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil, (Doc 55 – CNBB) confirmando o documento de 1984 e acrescentando a proposta de um currículo para os cursos de Filosofia e Teologia, fundamental para uma unidade no aspecto da formação intelectual. Em 1999, realizou  o 1º Congresso Vocacional do Brasil; em 2000, o 1º Seminário Nacional sobre a Formação Presbiteral da Igreja no Brasil; e, em 2001, o Fórum de Estudos e Debates sobre a Formação Presbiteral no Brasil. Em 2010, no encerramento do Ano Sacerdotal, em comunhão  com vários eventos promovidos pela Santa Sé, a CNBB atualizou as Diretrizes de 1995 e promulgou o novo texto das Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil (Doc 93 CNBB), destacando um quinto aspecto às dimensões do processo formativo: a ‘formação humano-afetiva’,  que não é propriamente uma nova dimensão, mas uma explicitação das quatro dimensões; e acrescentando a palavra missionária à dimensão da ‘formação pastoral’, que passou a ser ‘‘Formação pastoral-missionária’. Também, neste documento, foram acrescentados os critérios gerais para o ingresso ao Seminário Maior, que foram acolhidos pelas Dioceses como prática comum.

Na Carta aos seminaristas, divulgada no encerramento do Ano Sacerdotal, o Papa Bento XVI revela o pensamento da Igreja sobre a formação presbiteral. Ele lembra que toda vocação sacerdotal é vocação ‘da’ e ‘para’ a Igreja, e quem ninguém se faz padre sozinho, mas na comunidade e a serviço dela.

Referências Bibliográficas

Anais do Primeiro Congresso Vocacional do Brasil (1999)

Papa João Paulo II, Exortação Apostólica Pós Sinodal Pastores Dabo Vobis

CNBB Diretrizes da Formação dos Presbíteros na Igreja do Brasil (Doc. 30)

CNBB Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil (Doc. 55)

CNBB: Diretrizes para a formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil (Doc. 93)

Para refletir

1) Destaque  o tópico do texto que você julga fundamental para a formação dos futuros padres.

2) Você considera que os candidatos ao ministério ordenado estão preparados para dialogar com os homens e mulheres de hoje, sendo povo no meio do povo?

3) Como você vê a atuação da Igreja, desde o Concílio Vaticano II até os dias de hoje, no que diz respeito à preocupação com a formação dos seminaristas? O que mais lhe chamou a atenção nesta Ficha?

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Orientações para a interação:

a) Você poderá  discutir este texto, presencialmente,  com seus amigos na comunidade.

b) Você poderá enviar sua opinião usando a caixa de comentários abaixo.

c) Por fim, você poderá interagir na sala de aula virtual   “Ambiente Virtual de Formação” da Arquidiocese.  Acesse http://www.avf.org.br/ e siga as orientações.

Aguarde a publicação da próxima ficha: 05/12 – Decreto Apostolicam Actuositatem (AA)

 

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Comentários (8)

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  1. Maria Christina Daminelli Alves de Oliveira disse:

    Parabenizo a Igreja pela arrancada quanto à evangelização. Já não era sem tempo a necessidade de mudanças. Acredito que tudo irá melhorar e muito. Perdemos tempo com outras coisas menos importantes e deixamos de amar como Jesus nos pediu que fizéssemos. Quanto à formação de padres e leigos engajados: é preciso que o católico domine mais a Palavra de Deus para usá-la com propriedade. Os padres não dominam a língua portuguesa e conhecem mal a Palavra de Deus. Os sermões são sem embasamento e distantes da prática. Quem sabe agora as coisas não tomam outro rumo. Estou apostando nisso sem estar de braços cruzados. Sou ministra da Eucaristia, da celebração da Palavra e coordenadora de um grupo de Oração. Já trabalhei na Pastoral carcerária. Vou onde o Senhor me chamar e faço o que puder com muito amor e carinho. Tenho muito que aprender ainda. Obrigada!

    • Parabéns Maria Christina, pelo seu engajamento e pela sua preocupação com uma melhor formação dos presbíteros e dos leigos. E pela coragem de se manifestar. Pelo teor da ficha que resume o documento que trata da formação presbiteral, percebemos ser esta também uma preocupação da Igreja enquanto instituição. E como já vimos nas fichas anteriores e veremos ainda nas subsequentes, a preocupação quanto a uma formação adequada se dirige também aos leigos. Por isso, não podemos perder de vista a dimensão “Povo de Deus”, que nos faz todos ministros do Senhor e nos atribui também a responsabilidade pela evangelização. Devemos orar para que o Senhor sempre mande trabalhadores para a messe, ao mesmo tempo em que não podemos no omitir quanto às nossas responsabilidades cristãs. Pedir e criticar construtivamente a formação que nos é propiciada e aos presbíteros faz parte desta responsabilidade. Queremos presbíteros pastores e não padres profissionais, pois o sacerdócio é ministério e não profissão; queremos leigos formados e conscientes de sua pertença à Igreja Povo de Deus e não meros assistentes de missa para cumprimento de obrigação ou preceito. É neste sentido que os documentos do Vaticano II nos encaminha, daí a necessidade de conhecê-los e estudá-los.

  2. “Em tudo dai graças ao Senhor”.
    Tudo muito lindo. Só que nossos irmãos evangélicos estão esvasiando a igreja católica, pregando as teologias da “Cura, da Prosperidade, da reposição dos perdidos em dobro”, etc.. Quais métodos que usam para atrair as pessoas que ficam fascinadas por tudo. Largam o catolicismo, pagam o dízimo integral, passam a ser obedientes as exigências da igreja e tantas outras coisas. Inclusive a exclusão de tantas coisas que eles conseguem colocar na cabeça do novo adépto. Vejo que a igreja católica deve desenvolver algo que o ministro ordenado possa interferir em homilias, ou em outro momentos para evitar as saídas em massa de nossas igrejas, tornando as pessoas mais firmes no proposito de estar se afastando da “Eucaristia”e de tantos outros momentos instituidos pelo “CRISTO”. Estas informações são exenciais àquele que pretende mudar por algum motivo que, normalmente acontece nas fofocas, é o que não faltam em nossa igreja. Sinto muito! Nós que vivemos entre esse fogo cruzado sentimos este problema de perto. Perdão se fui longe demais.
    Abraço fraterno.
    Diác. Laércio.

    • Maria Lúcia Pascoal disse:

      Caros participantes destes debates Maria Cristina, Laercio, Gazato e Pedro,

      Q bom podermos conversar por aqui e colocar nossas dúvidas, preocupações e ideias! Este documento do CVII nos leva a considerar como é importante a formação e a informação, tanto dos q serão ordenados, como de todo o Povo de Deus.

      Laércio, entendo o q vc coloca como atrativo oferecido por outras igrejas, absolutamente incompatível com a pregação de Cristo. Um cristão não irá atrás disso, a menos q seja mal informado. Somos todos responsáveis, os padres nas homilias e nas conversas e aconselhamentos, nós leigos, nos movimentos pastorais, enfim, toda a comunidade. Precisamos conversar mais, partilhar mais, viver mais comunitariamente. Como são importantes os grupos q se formam, sejam de oração ou de estudos, pois uns aprendem com os outros!

      Maria Cristina, continue indo onde o Senhor a chamar! Aproveite a leitura destas fichas, é uma grande atualização e possibilidade de conhecer mais e debater.

      Gazato e Pedro, obrigada por suas palavras, sempre esclarecedoras e estimulantes!

      Abraços fraternos,

      Maria Lúcia

  3. Olá Maria Christina, diácono Laércio e Antonio Gazato

    É sempre muito bom recebermos comentários sobre as Fichas de Estudos produzidas pela Equipe do AVF. A Intenção é promover a reflexão pessoal e a interação das variadas opiniões aqui neste espaço ou ainda em nossa Plataforma de Estudos. Talvez por falta de tempo ou por falta de costume, poucos compartilham suas opiniões, o que é, sem dúvida, uma pena.
    Como bem lembrou o Gazato a motivação destas fichas é provocar a releitura dos Documentos do Concílio Vaticano II , escritos há quase 50 anos e ainda desconhecidos da maioria dos cristãos. Neste tempo em que se passou, desde a promulgação dos primeiros documentos, muitas determinações e sugestões conciliares foram implantadas e outras tantas negligenciadas.
    As colocações de vocês revelam uma consciência de Igreja, Povo de Deus, que avançou muito e isto é fruto do Concílio como outros tantos avanços poderiam ser elencados. De outro lado, elas revelam outras dificuldades e retrocessos que surgiram ao longo do tempo que parecem negar aquele importante e evento conciliar.
    O que não dá para negar, ainda que muitos desejem, é a existência do Concílio Vaticano II. Seu caráter irreversível nos mostra que a ‘barca’ de Jesus segue seu caminho. É profundamente humano julgar que parece estarmos afundando. Eventos como o Concilio Vaticano II, e tantos outros, nos mostram que o Santo Espirito é o timoneiro que nunca abandonará esta barca.
    Eis, pois, a grande oportunidade que temos de reler, meditar e discutir as Constituições, os Decretos e as Declarações pronunciadas pelo Santo Concílio.
    Este espaço está de portas abertas para quem desejar interagir!
    Sintam-se convidados a continuar participando!
    Abraços, Pedro

  4. Noticia publicada dia 23/11

    “Bispos e formadores de seminário discutem ênfase na formação missionária dos futuros padres”
    acesse:
    http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/10873-bispos-e-formadores-de-seminario-discutem-enfase-na-formacao-missionaria-dos-futuros-padres

    • Márcia Resck disse:

      Olá a Tod@s!

      Sintonizada com suas colocações e pelo texto desta 32ª ficha fica perceptível a urgência de aproximação com a Igreja conciliar ‘Povo de Deus’ e retomar constantemente as propostas contidas nas Constituições, Declarações e Decretos do Concílio Vaticano II, e de tantas outras orientações pós-concílio, com o pensamento moderno da Igreja. Que requer um modelo de presbítero mais reflexivo, consciente e comprometido com a missão, aberto à formação permanente, de mais espiritualidade e de intimidade com Deus, de comunhão com o próximo (vítimas da sociedade de todos os tempos), mais abertos à participação, comunhão, co-responsabilidade com os leigos(as) e a colegialidade eclesial, sobretudo com sensibilidade e espírito crítico, para perceber que o mundo a ser evangelizado hoje está não só na Igreja, nas pastorais sacramentais, mas além dos limites dela e que perpassam também pela justiça social. Por isso, sua presença no mundo precisa ser significativa em essencialidade, para dialogar com homens e mulheres de hoje, tendo os olhos de Deus e o coração de um pastor que acolhe, se compadece e se solidariza, se fazendo próximo…
      Que também nós não percamos a paixão pelo Reino e assim possamos ser melhores acolhedores, compassivos e solidários, próximos uns aos outros!
      Na Paz!
      MR.

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